quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A casa velha

Em um certo bairro ,cheio de criancas, adolescentes e idosos,havia uma casa , que todos chamavam de casa mal-assombrada, nela as luzes apitavam toda hora , as portas batinham sozinhas , dando sustos nas pessoas que ali passavam.
Uma tarde brilhante as criancas estavam brincando em frente a ela,alguns jogavam pedras e outros queriam brincar de detetive e entrar na casa...
Dentro dela havia garfos ,sangue pelo chão,vidro,cadeiras,,copos,ossos quebrados ...e espalhados pelo chão.Os meninos ficaram impressionados e ssustads ao ver um cachão em cima de um suporte , as portas se fecharam,as janelas trancaram sozinhas e começou a ficar escuro, com raios sombrios no teto e todas aquelas crianças ficaram com medo.
Um menino chamado Serginho pisou em falso e caiu em uma especie de porão sem escadas ,cheio de teias de aranhas , e quando percebeu estava enrodeado de ouro (joias ,talheres) e se assustou ao ver muitas caveiras, ao ver tanto ouro com a sua arrogancia foi logo colocando um pouco no bolso e de repente alguns pedaços de caveira começou a se juntar até a forma humana.
Com tanto medo Serginho se mijou e todos seus amigos começaram a rir . Até quando Pablo morreu com uma pancada na cabeça pelas caveiras , todos foram morrendo ao pouco .E ninguem da sociedade percebeu a falta das crianças.


Caio Silvio

O barquinho

Era uma vez um barqueiro que se ocupava todos os dias a transportar pessoas de uma margem do rio para o outro.
O rio era largo e com algumas dificuldades. Correntes, redemoinhos perigosos e rochas no fundo.
Um dia, teve um cliente muito especial. Era um senhor de ares de intelectual, desses que sabem
tudo....
Enquanto o barco deslizava suavemente, o senhor perguntou ao barqueiro:

— Quais são as suas habilitações literárias? Que conhecimentos tem acerca de economia, de direito, de
literatura, de informática?
O barqueiro respondeu:
— Não sei. Nunca frequentei nenhuma universidade. A um certo momento, houve um acidente e o barco estava para ser engolido pelas águas. Nesse momento, o barqueiro gritou:
— O senhor sabe nadar?
— Não. Não sei nadar.
— Para que lhe serve tanta ciência, se não sabe nadar?
De que serve ao homem ter muitos conhecimentos, conhecer todo o mundo, possuir uma grande fortuna, se desconhece o essencial? O essencial é a sua vocação a buscar Deus e nele encontrar a paz e a felicidade.

Mel Costa

Superação

Uma jovem de 15 anos chamada Katharina Castelo Branco, tinha um sonho desde pequena de realizar sua festa de 15 anos,porém na época seus pais não tiveram condições suficientes de realizar a festa que ela tanto queria,triste Katharina foi para o seu quarto e entrou na internet e acabou descobrindo um site chamado realizando sonhos que concedia várias festas para as pessoas q...ue não tinham condições,foi aí que ela se entusiasmou, mas para ganhar a festa ela teria que mandar uma carta explicando o motivo que ela queria essa festa e mandar pro site para fazerem a premiação. Algum tempo depois,Katharina recebe a notícia que foi premiada e que poderá realizar a festa quando quiser e como quiser,todos ficaram muitos felizes e aí começou os preparativos para essa grande festa,foi com seus pais para a reunião da empresa pra apresentar o modelo de festa que ela queria.Chegando lá muito feliz, apresentou como queria sua festa,já estava tudo resolvido,no caminho de casa Katharina sentiu muitas dores na perna esquerda, a situação era feia não conseguia nem se mexer. Preocupados,seus pais a levaram para o hospital,foi diagnosticada e recebeu a notícia que estava com câncer na perna esquerda e não teria jeito teria que amputar a sua perna para o problema ser resolvido,triste e horrorizada,Katharina foi pra casa e teve um início de depressão,sem outro jeito,seus pais a levaram para o primeiro dia de tratamento (quimioterapia) Katharina teve que desmarcar sua festa,mais nunca desistindo dos seus sonhos. Ao longo do tempo,ela foi perdendo os cabelos e ficando careca, o dia da cirurgia foi marcado para exatamente um dia antes da data que ela marcou o seu aniversário,seus pais tiveram que que levá-la para o hospital para a realização da cirurgia,durou 6 horas,Katharina decepcionada não queria olhar para ela mesma,os médicos ao longo do tempo colocaram uma prótese de titâno que parecia igual a sua antiga perna, sua vida foi continuando e ela remarcou a sua esperada festa,fez um tratamento capilar e colocou uma tela em sua cabeça feita por cabelos verdadeiros para que pudesse fazer o penteado da sua festa. Chegou o seu esperado dia,ela estava muito ansiosa e muito bonita também,a festa ficou linda e ela aproveitou muito e assim seu sonho se realizou, e sua vida continuou.

Guilherme Figueredo

O amor

As pessoas trabalhavam felizes em meio ás árvores, homens de mulheres felizes colhiam os frutos que surgiam naquele lugar.
Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar. Jean e Cecilia corriam atrás do outro, jogavam tomates estragados e se escondiam atrás dos galhos.
Estava experimentando a coisa mais perigosa mais inventada “o Amor”....
Às vezes eles subiam correndo em direção ao monte, e lá ficavam deitados na grama até o anoitecer, viam o pôr-do-sol, nas noites ficavam lá admirando a lua e as estrelas, todos os domingos eram essa mesa rotina, ate que um infeliz dia um deles não voltariam.
Em um domingo Jean se encontrou com Mônica que sempre foi muito apaixonada por ele.
Monica tinha muito ciúmes do casal e nesse dia planejou acabar com o lindo sonho dos dois.
Mônica como vivia amargurada, pois não possuía o Amor de Jean resolveu matar Jean, pois sabia que Jean só queria apenas sua amizade e não seu Amor, pois o mesmo já havia escolhido Cecilia para ser sua amada pelo resto de sua vida.
Jean assim que viu Mônica foi direto abraçá-la, pois tinha um sentimento de amizade. Monica convidou o mesmo para tomar um lanche sem saber que ela tramava sua morte.
Em um lindo final de tarde Monica ela se declarou para ele dizendo: “Se você não for meu não será mais de ninguém”. Jean inocentemente já havia bebido café preparado por ela.
Em meios às declarações não correspondidas Jean começou a passar mal, pois o café que parecia ser um brinde a amizade continha veneno. Muito angustiado e desesperado pelo veneno que já havia entrado no seu corpo Jean suspirou e disse: Mônica nossa amizade não valeu de nada? Eu morrerei aqui contigo mais meu amor por Cecilia será para eternidade.
E assim Cecilia esperou seu amado que não apareceria mais nas tardes ensolaradas de domingo.


Rodrigo Souza

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A cobra gigante

Em um laboratório uma cientista queria fazer experiencia com uma cobra deram uma injeção com passar de uma semana a cobra ficou gigante,fugiu do laboratório e foi comendo as pessoas
A cientista chamou varias pessoas para ajudar duas mulheres e quatro homens.Eles foram para uma casa abandonada e lá estava a cobra algumas pessoas foram atrás dela,a cobra despistou uns dos caçadores e foi para o seleiro,lá estava outro grupo de caçadores.A cobra t...inha uma calda com espinho e matou o homem,outro homem começou atirar mas ela chegou perto dele e arrancou a cabeça.
Quando ela foi para a floresta começou a chamar a atenção de uma mulher,houve um acidente com a mulher,enquanto ela se contorcia de dor a cobra matou ela.A cobra foi para um laboratório abandonado,no meio do caminho matou dois homens só ficou outro homem e a ultima mulher,o homem tentou matar a mulher mais não conseguiu a cobra chegou a mulher tinha uma granada e usou ela,a cobra explodiu junto com o homem


Ian Gabriel

Maria e a cobra

  Em um vilarejo próximo a tão tão distante, morava uma bela moça chamada Maria, a menina morava com uma mulher muito rica e poderosa e suas duas filhas. As meninas eram muito feias, por isso nunca conseguiram um marido, já Maria era muito desejada e jeitosa.
   A mulher colocava a menina para buscar agua todos os dias na floresta, em troca disso a menina teria um abrigo e comida,mas, todas as vezes que Mari passava pela floresta ouvia a mesma voz: "Maria!Casa comigo?", apesar da curiosidade ela sempre fingia que não ouvia. Em um dia ensolarado de Domingo, a bela moça resolveu responder aquela voz misteriosa:
-Maria! Casa comigo?
-Toda vez que passo por esse trecho ouço sua voz, mas não te vejo. Quem é você?
Quando Maria termina de falar uma cobra aparece nos seus pés e fala:
-Eu sou a voz que você ouve!
  Surpresa, Maria não acredita e retruca:
-Não acredito! Como você pode me prova?
-Se você beijar minha testa eu me tornarei um belo príncipe!
   Sem medo e sem tabu, Maria pegou a cobra e beijou sua testa, em questão de segundos ele se torna em um lindo príncipe.Dias depois eles se casaram, foi tudo muito lindo, o reino todo festejava a volta do príncipe e o casamento daqueles jovens, mas as irmãs de Maria com muita inveja e ódio foram na mata procurar cobras, o resultado? Acabaram mordidas e doentes, enquanto Maria era uma princesa e vivia no conforto com seu lindo príncipe!
Maria Antônia

A ruiva do banheiro

Em alguma cidade do Brasil, havia uma garota de pele branca com muitas sarnas e cabelos cor de fogo que não tinha muitas amigas, era um pouco excluída socialmente isso acontecia principalmente pelo fato de ter uma aparência que deixava todos com medo, sempre quieta ela vivia a sua vida normal, ou um pouco normal.
Até que um dia como todos os outros ela resolveu se apaixonar pelo diretor de sua escola. Como ela gostava muito de comer, ela todos os dia...s levava lanche para o diretor para poder conquista-lo, até que um dia na sexta-feira treze, quando ela foi levar um lanche como de costume para o diretor ela o encontrou se beijando com uma mulher a quem ele disse ser a sua esposa, imediatamente ela pegou a faca que tinha levado para cortar o lanche, matou o diretor e sua esposa e correu para o banheiro das meninas para tentar se matar só que lá dentro tinha algumas meninas tirando foto então antes que alguém aparecesse ela correu para o banheiro dos meninos que estava vazio e se matou.
A partir desse dia nenhum menino pode resenhar de uma garota olhando para o espelho do banheiro dos meninos se não ela aparece com uma faca na boca e cabeça e seu punho entre os braços para se vingar.


Grazielle Barbosa